Não é uma “gripezinha” e não mata só “velhinho” – Coronavírus e Covid-19

O novo Coronavírus não causa só uma gripezinha. Causador da doença respiratória Covid-19 assusta cada vez mais e tem mostrado que não ataca somente os chamados grupos de risco, que são pessoas com mais de 60 anos ou que sejam portadoras de doenças crônicas, que podem agravar a nova enfermidade.

A frase “Não é uma ‘gripezinha’ e não mata só ‘velhinho'” é de uma parente de uma das pacientes jovens acometidas com a Covid-19, internada em um dos muitos hospitais brasileiros cheios de pacientes já contaminados com a ainda pouco conhecida doença.

Gripezinha?

Ainda vemos muitas pessoas conhecidas comparando a nova Covid-19 com um simples resfriado e chamando a doença até de gripezinha. O que acontece é que dependendo da região, o vírus tem se comportado de diferentes formas, variando de alguma forma seus sintomas e confundindo profissionais da área, deixando a população ainda mais alarmada.

A Covid-19 já foi muito subestimada por dirigentes e políticos, hoje tem demonstrado ainda mais preocupação, uma vez que também acomete jovens e pessoas que são completamente saudáveis.

Já existem registros de pessoas com menos de 60 anos com sintomas graves, internação em unidades de tratamento intensivo e até óbitos.

Quarentena e isolamento ainda são regras gerais

Medida polêmica, mas única que realmente é atestada por estudiosos e profissionais da saúde, a quarentena ainda é a única capaz de evitar ainda mais mortes pelo mundo. Reduzir a rápida propagação do vírus é a maneira mais eficaz de evitar o colapso do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil.

Novos Medicamentos

Como ainda não possuímos um medicamento eficaz e vacinas que possam imunizar a população, diversos remédios são testados em pacientes afetados pela nova doença. Entre eles, podem ser destacados a hidroxicloroquina, porém não servindo como regra para todos os casos.

Diversos estudos estão sendo feitos no momento, de forma inédita, em pacientes já acometidos com a Covid-19. Infelizmente, após ampla divulgação, a população esvaziou farmácias, comprando o medicamento, prejudicando pacientes com doenças crônicas que necessitavam do medicamento.